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Nós do AHBR traduzimos para vocês uma entrevista realizada em 2011 pela Amber Heard, onde ela fala de Fúria sobre Rodas, Diário de um Jornalista Bêbado e sobre sua sexualidade. Leia logo abaixo:

O filme é sobre o quê?

“Fúria sobre Rodas é sobre canhões, explosões, muita música e eu sou uma Daisy Dukes que salva o mundo com Nicolas Cage. É um full-throttle, filme de ação de alta voltagem e sobre salvar um bebê de forças satânicas.”

“Ela (Piper) é uma garçonete de restaurante em uma pequena cidade. Ela tem uma atitude má e um coração de ouro. Eu adorei, porque ela pode levar o coração do filme sem comprometer seu jeito maldoso ou sua boca suja”

Existe uma mensagem feminina escondida por trás da cena da mulher espancada nua na rua?

“Eu não sei se isso pode derivar de uma mensagem feminista. Eu acho que isso fala sobre uma personagem muito poderosa do sexo feminino. Esse tipo de filme não necessariamente vai atrair um público feminino, mas esse personagem não se baseia nos personagens do sexo masculino para o seu desenvolvimento – ela não é o interesse amoroso, ela não é esposa de alguém ou uma donzela em perigo, por isso, por essa razão que eu acho que as mulheres vão adorar este filme.”

Você teve treinamento de luta?

“Sim, eu tive um pouco de treinamento. O coordenador de dublês logo viu que aprendi rapidamente. Socar e se meter em brigas de bar faz parte da vida no Texas. Brigas e brigas – Eu estive ao redor de tudo isso.”

Como foi trabalhar com Johnny Depp em Diário de um Jornalista Bêbado?

“Eu era um fã do livro escrito por Hunter S. Thompson, e também de Bruce Robinson, que o dirigiu. Trabalhando com Johnny Depp também foi certamente um acerto. Eu sabia que a integridade do material seriam protegidos.”

O que você mais gostou em trabalhar com Johnny Depp? Ele tem algúm método?

“Ele tem uma ligação pessoal com Hunter S. Thompson e levou com ele isso quando filmamos. Parecia que eu estava trabalhando com alguém que realmente tinha um conhecimento especial do material.”

Como Diário de um Jornalista Bêbado pode mudar as coisas para você?

“Já fiz todos os tipos de filmes e é difícil ser objetiva sobre onde você está, em termos de filmes que você faz. Todo filme que eu fiz foi um passo para cima. Eu trabalhei a minha maneira acima de tudo e tive que trabalhar até deixar de ser um extra, uma pequena parte, em um forro, para estar onde estou hoje. Espero que Diário de um Jornalista Bêbado receba toda a atenção e os elogios que merece, mas é difícil dizer antes de ser lançado.”

Por que você quis atuar?

“Eu me apaixonei por cinema em um filme de arte-teatro, em Austin, de onde eu sou. Gostava de ver filmes de volta para casa da escola. Eu caí de amor com o cinema independente lá. Me lembro de assistir Encantadora de Baleias e fui tão afetada pela forma como o diretor Niki Caro contou a história, que eu sabia que queria fazer parte dessa mídia poderosa. Sempre gostei de teatro, eu estava na escola no ensino médio e pelo tempo que eu tinha, 17 anos. eu estava pronto para começar profissionalmente.”

Qual foi o mais estranho dia de trabalho que você teve?

“Tive tantos dias loucos – já tive dias em que eu fui coberta de sangue falso e tive que sair de um túmulo, e outros, quando eu pulei do telhado de um trailer conduzido por membros de seitas satânicas para cima de um carro esportivo.”

Por que você fez uma declaração sobre a sua sexualidade na premiação do GLAAD, em dezembro?

“Eu não sou de conversar sobre minha vida pessoal, eu prefiro manter isso o mais privado possível. Desde o evento, houve muita atenção da mídia em torno do meu relacionamento. Foi frustrante, eu não me rotulo uma forma ou de outra – Eu tive relações com homens bem sucedidas e agora com uma mulher. Eu amo quem eu amo, é a pessoa que importa.”

Tradução e Adaptação: Equipe AHBR