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Amber Heard é a capa da revista peruana COSAS desse mês, onde há alguns meses concedeu uma entrevista exclusiva para a mesma, confira:

Poucos meses antes do escândalo com Johnny Depp, tivemos a oportunidade de conversar com Amber Heard. Além de sua simpatia, ela nos impressionou, pois fala espanhol perfeitamente. Durante a conversa, ela teve o cuidado de não falar muito sobre seu casamento com Depp (eles ainda estavam juntos), mas sabemos que a natureza da personalidade, inteligência e independência desta atriz mostram que ela não tem nada a ver com o estereotipo de “loira sexy”. Como participou de um papel secundário no filme A Garota Dinamarquesa, comecei pedindo a sua opinião sobre como ela avançou seu reconhecimento sobre a comunidade trans.

“Por um longo tempo, houve um grupo de pessoas que não foram representadas, pessoas que foram ignoradas, maltratadas e marginalizadas e, por causa disso, eu me senti orgulhosa de fazer parte do elenco de A Garota Dinamarquesa”, disse ela. “Graças a este filme, hoje há uma maior compreensão do problema, e eu acho que o entendimento é a base de aceitação e inclusão. Eu amo que hoje nós estamos tendo esse tipo de conversa. “

A definição sexual é importante para você?

Eu acho que a essência de quem somos está na união do nosso coração e mente, acredito que preferências sexuais não determinam quem somos. Os seres humanos são muito mais complicados: não podem simplesmente serem definidos como uma mulher, homem, gay ou heterossexual. A cada dia continuamos a aprender sobre a história de pessoas que representam a diversidade da nossa sociedade.

E como você se define?

Eu tive relacionamentos bem sucedidos com mulheres e com os homens. Eu amo quem amo, a pessoa é o que importa. Você não poderia dizer o que é para mim o feminino ou o masculino, porque, em muitos aspectos, eu me sinto super feminina, mas em outros, muito masculina. Francamente, acho que os rótulos não funcionam para mim. Por exemplo, se você mostrar muita força e poder, essas características são tomados como masculina, e se alguém é submisso, identifica-se como feminina. Essa é uma visão limitada, à moda antiga, e cabe a nós como uma sociedade reestruturar essas coisas.

Quando você decidiu trazer suas preferências ao público?

Eu nunca estive no armário. Eu sempre vivi minha vida como eu queria, e eu tenho sido honesta comigo mesma e todos ao meu redor. Sobre o amor, eu sou totalmente aberta.

Você acha que reina machismo em Hollywood?

Machismo existe, e nós, mulheres, devemos mudar essa situação, porque eu não acho que os homens vão fazer. Eu me sinto frustrada com a falta de bons papéis femininos, porque mesmo quando eles existem, muitas vezes as mulheres aparecem como objetos sexuais. Cabe a nós escrever bons papéis, produção e direção. Eu acho que ao longo do tempo temos regredido, porque em filmes clássicos, mulheres, apesar das saias, muitas vezes tinham papéis mais complexos, fortes, e não precisavam se vestir com calças para justificar seu poder.

Tradução e Adaptação: Equipe AHBR