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Nesta segunda-feira, 07, aconteceu em Nova Iorque o ‘Metropolitan Museum of Art Costume Institute Benefit’, conhecido como Met Gala. O tema proposto para este ano de 2018 foi “Heavenly Bodies: Fashion and the Catholic Imagination”. (“Corpos Sagrados: Moda e A Imaginação Católica”, em tradução livre), foi seguido pela atriz Amber Heard, que esbanjou beleza no tapete vermelho. Heard usou um vestido da grife de luxo de alta-costura Carolina Herrera, sandálias Brian Atwood, jóias Jennifer Meyer, Dean Davidson, Beladora Jewelry, clutch Tyler Ellis e coroa H.CROWNE. Seu look foi montado pelo seu #GlamTeam, composto pela maquiadora Mèlanie Inglessis, cabeleireiro Robert Vetica e stylist Karla Welch. Amber também compareceu à uma after-party do evento.

Confira mais fotos do evento:

Red Carpet:

Inside:

Na primeira semana deste mês de Abril, a atriz Amber Heard esteve na Jordânia juntamente de Todd Krim e seu amigo Rami Sarabi para participar de uma missão humanitária com a SAMS USA (Sirian American Medical Society – Sociedade Médica Sírio-Americana), uma organização sem fins lucrativos que oferece cuidados médicos e tratamentos a pessoas necessitadas na Síria e nos países vizinhos. No dia 3 de abril, Amber esteve no acampamento de refugiados Zaatari, onde teve a oportunidade de conhecer alguns sobreviventes. Heard também esteve em hospitais, e no dia 5 teve a oportunidade de conversar com a “The Associated Press” onde fez um relato de como estava sendo sua experiência com a SAMS.

Confira mais fotos e vídeos abaixo:

Acampamento Zaatari

Hospital:

The Associated Press:

Amber Heard está se juntando ao elenco do drama em produção Her Smell.
A atriz de 32 anos irá se unir à estrela Elisabeth Moss, de The Handmaid’s Tale (O Conto da Aia), no filme em produção, de acordo com o site Variety na quarta-feira (25).
O filme está sendo escrito e dirigido por Alex Ross Perry.
Elisabeth dará vida à Becky Something, uma “destruidora e maníaca estrela de punk rock, que força seus relacionamentos com seus colegas de banda, família e seguidores até o limite enquanto batalha contra sobriedade à medida que tenta reconquistar a criatividade que uma vez desencadeou um enorme sucesso à sua banda.
A personagem de Amber ainda não foi revelada, mas a produção do longa-metragem já está em elaboração.

Tradução e adaptação: Equipe Amber Heard Brasil.

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Ter tempo livre para legendar.

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Nível intermediário em língua portuguesa e inglesa;
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Amber Heard juntou-se a Charlie Plummer, estrela de “All The Money In The World” no drama “Gully” – Segundo a fonte do site Variety.
Kelvin Harrison Jr, Jacob Latimore, Alice Eve e Jonathan Majors também estão no elenco. Esse filme marca a estreia do diretor musical Nabil Elderkin como diretor televisivo. Marcus Guillory é o responsável pelo roteiro.
O filme é ambientado em uma versão levemente distópica de Los Angeles. Fala sobre três adolescentes, todos vítimas de traumas de infância, que estão promovendo uma revolta hedonista. Heard interpreta a mãe de Plummer.
O curta está sendo produzido por Brad Fenstein, da Romulus Entretenimento, juntamente com Tom Butterfield, Ben Pugh, Corey Smyth e Alex Georgiu. Os produtores executivos são: Joseph F. Ingrassia, Gabriela Revilla Lugo, Andy Brunskill, e Kweku Mandela. Romulus Entretenimento está financiando o projeto. Endeavor Content está representando os direitos domésticos. Christopher Tricarico, da Tricarico Chavez, LLP representa a Romulus e está lidando legalmente com finanças, produção e distribuição.

Heard recentemente apareceu como Mera em “Liga da Justiça“, da Warner Bros, e vai reprisar o papel ao lado de Jason Momoa em “Aquaman“, que estreia em dezembro. Seus filmes recentes incluem “The Danish Girl“, de Tom Hooper, estrelado por Eddie Redmayne e Alicia Vikander; “The Adderall Diaries“, de Pamela Romanowsky, com James Franco e Ed Harris; e “Magic Mike XXL“, ao lado de Channing Tatum. Heard também foi recentemente escalada em “Run Away With Me“. Ela é representada pela WME.

Fonte: Variety. – Tradução e adaptação: Equipe Amber Heard Brasil.

Na noite de ontem, 04, Amber Heard compareceu juntamente com seu amigo Io Tillet a uma after party do #Oscars2018 sediada no restaurante “Chateau Marmont” em Los Angeles, que teve como anfitriões o casal Beyoncé e Jay Z. A festa, segundo a revista People, teve um público reservado e era uma festa ‘ultra-exclusiva’, em homenagem ao movimento #TimesUp. A atriz usou um deslumbrante vestido da grife “Cushnie Et Ochs“, que tinha como maior detalhe sua transparência e brilho!

Amber Heard teve um Valentine’s Day diferente nesse ano de 2018. A atriz comemorou a data ao lado de sua melhor amiga, Raquel Pennington, assistindo a filmes de romance regados a vinho e pipoca! A dupla postou em suas respectivas contas no instagram fotos e vídeos da noite de amigas, que ocorreu na residência das duas, que elas chamam de #HeardingtonGardens. Nos Estados Unidos, o Valentine’s Day é comemorado não só entre namorados, como também com familiares e amigos.

Amber Heard foi escalada como a protagonista do thriller romântico “Run Away With Me”, da XYZ Films e Sentinel Pictures.

Fred Grivois está dirigindo com Matthew Ian Cirulnick escrevendo o roteiro. Adam Brawer e David Beitchman da Sentinel Pictures produzirão com Nate Bolotin, Aram Tertzakian e Raphaël Rocher como produtores executivos.

A produção está programada para iniciar no final deste ano, com a XYZ responsável pelas vendas mundiais no próximo European Film Market em Berlim. A Sentinel Pictures adquiriu o filme como um arremesso original de Cirulnick, e eles o desenvolveram juntos.

A história está centrada em Tom e Kimberly (Amber), dois amantes fugindo do obscuro criminoso mundo da indústria de modelagem europeia. Tom, um americano que visita Paris para a despedida de solteiro de seu melhor amigo, se depara com a bela e misteriosa Kimberly. Quando Tom descobre uma verdade surpreendente sobre ela, sua viagem toma uma volta letal; Os dois embarcam em uma jornada fascinante pelas ruas de Paris para iniciar uma nova vida juntos.
Heard recentemente apareceu no filme “Liga da Justiça”, da DC comics como Mera, e reprisará o papel ao lado de Jason Momoa em “Aquaman”, que tem o lançamento previsto para Dezembro de 2018. Seus recentes trabalhos incluem “The Danish Girl”, que ela contracenou ao lado de Eddie Redmayne e Alicia Vikander, de Tom Hooper, “The Adderall Diaries” ao lado de James Franco e Ed Harris, e “Magic Mike XXL”.
Grivois é um colaborador de longa data de Jacques Audiard, tendo dirigido as sequencias “Um Profeta” e a sequencia de abertura de “Rust and Bone”. Seu filme de estreia como diretor foi “Through The Air”, um filme bélgico-francês.
Heard é representada pela WME e Grivois é representado pela WME, Film Talents e pela Mosaic.

Informações: Variety Today. – Tradução e adaptação: Equipe Amber Heard Brasil.

2017 foi um ano de mudanças na vida de Amber Heard. A atriz passou um tempo morando longe da famosa Los Angeles, para dedicar-se as gravações do filme “Aquaman” que ocorreram na Austrália. Mudou-se em torno de março do mesmo ano, deixando assim sua casa e seus amigos para trás, para passar 8 meses em total função da rainha Mera. Ao retornar para Los Angeles – CA, no fim das gravações, Heard decidiu adquirir uma casa nova, e com isso, ganhando uma “colega de quarto”: sua melhor amiga de longa data Raquel Pennington, que divorciou-se do ex-marido recentemente. Ambas começaram a procura pela casa em torno do final de outubro/início de novembro, e fizeram um jantar de comemoração da nova casa em 04 de Dezembro de 2017. Elas chamam o lugar de #HeardingtonGardens. É ou não friendship goals?!

Para duzentas mulheres, de origens variadas, são feitas as mesmas cinco perguntas. Suas respostas são histórias humanas, inspiradoras de sucesso e coragem, amor e dor, redenção e generosidade. 200 Women Who Will Change the Way You See the World é um livro lançado em outrobro de 2017, que trouxe relatos emocionantes de inúmeras mulheres ao redor do mundo.

Confira a participação de Amber Heard no livro traduzida:

Amber Heard nasceu em Austin, Texas, Estados Unidos. Como atriz, ela é conhecida por papeis em “A Garota Dinamaquesa”, “Segurando as Pontas”, “Zumbilândia”, “Terra Fria” e “Tudo por Ela”. Amber é uma ativista e uma advogada verbal de direitos para as mulheres e para a comunidade LBGTQI,  tem trabalhado para criar consciência nas pessoas sobre a violência domestica. Ela é uma apoiadora da ACLU (União Americana pelas Liberdades Civis), The Art of Elysium, Amnesty International e Children’s Hospital Los Angeles.

O que realmente importa para você?
Isso mudou ao longo dos anos; por um bom tempo, era sobre proteger e sobreviver. Era sobre me definir e me descobrir, e então, defender o que eu acreditava na epoca, não importa a qual custo. Conforme fui amadurecendo, e pensando, eu descobri que é: menos de como eu sou agora e mais do que eu vou deixar para trás. Ninguém vive para sempre, e pelo que sei, você não leva nada quando você parte, então, o que importa para mim é o impacto que eu vou fazer durante o meu curto tempo aqui. Eu nunca me contentei em ser uma mera passageira nessa vida, então eu quero ter certeza que estou dirigindo a um lugar bom.

O que te trás felicidade?

Meu relacionamento com, e minha compreensão disso é que a felicidade está em uma constante evolução. Eu costumava pensar que a felicidade era algo em que eu lutava a todos os momentos – agora, cada vez mais, vejo o que é uma coisa fugaz e efêmera. A felicidade é, e sempre deve ser, um objetivo, mas nunca deve ser o objetivo final. Em vez disso, o foco e a luta devem estar nas coisas em que a felicidade é construída.

Nós, seres humanos, instintivamente fazemos qualquer coisa que evite dor e, logo corremos atrás do que nos agrada. Eu costumava correr atrás da felicidade também, e quando eu a consegui, eu a agarrei e estava desesperado para não deixá-la ir. Mas, ficar presa em qualquer coisa, te impede de crescer; o crescimento é sobre agarrar, às vezes agarrando, sua maneira de ser melhor. Ninguém consegue as coisas estando parado, então, para mim, ficar estático é o sentimento mais triste possível.

Como fui crescendo, eu venho respeitando a dor e as dificuldades que sofri, como da mesma maneira, eu respeito as alegrias e felicidades que são as recompensas do que eu passei. Quando eu volto, e olho os momentos mais difíceis da minha vida, eu vejo que são eles que mais me moldam e influenciam hoje – alguém que se contenta em nunca estar contente. Defendendo a verdade, justiça e outros, e lutando para fazer esse mundo levemente melhor do que quando cheguei.

O que você considera como sendo as mais baixas profundidas da miséria?

Posso dizer que, tendo sobrevivido o que só posso esperar e imaginar, são as profundidades da minha própria capacidade pessoal de sentir dor, há alguma intrínseca à experiência; não à dor em si, mas à sobrevivência dela. Você não pode nunca vencer uma batalha se você nunca pegou uma espada ou foi cortado por alguém. E a verdade é que, se você nunca experienciou dor, perda, falha ou destruição, você nunca saberá como é sobreviver, viver e prosperar. E com certeza você não conseguirá ajudar alguém que está agonizando com alguma dessas experiências.
Existe uma linha, entretanto, onde a dor admite o seu valor. E enquanto essa linha pode talvez se encontrar em lugares diferentes para cada pessoa, está lá. Eu quero me juntar àqueles que utilizam suas vozes e experiências para ajudar outros a encontrarem e caminharem por essa linha. Infelizmente, nós falhamos com aqueles que se encontram sozinhos na linha de frente de suas próprias batalhas pessoais, aceitando cegamente o valor da dor e do sofrimento, por causa da dor e do sofrimento. Todos nós conhecemos alguém que tenha sido irreparavelmente ferido pelo destino implacável da dor incessante; o que me poupou desse destino não foi chance, riqueza, arma ou alguma vantagem tangível, na verdade, foi a graça, a bondade e a sabedoria de outros que sobreviveram e aprenderam com a própria dor. Eu sobrevivi por causa das pessoas que me apoiaram naqueles momentos em que mais me senti vulnerável, assustada e sozinha, de frente a minha própria guerra pessoal.
Eu sou grata por ter visto o valor em sofrer – e em sobreviver – não só para falar aos outros que, apesar de eu não acreditar que sofrer ‘acontece por um motivo’, há sempre alguma coisa para se aprender com o sofrimento – e para dizer a eles que as melhores partes de mim não foram apenas formadas, mas também solidificadas por sobreviver à agonia, não por ignorá-la.

O que você mudaria se pudesse?

Particularmente, eu sempre fui alérgica à injustiça, mas sugerir que tudo pudesse ser justo me parece ridículo. No entanto, sendo um ser humano consciente de uma pequena fração das injustiças neste mundo, devo dizer que eu acabaria com todas as injustiças que nos engolfam.

Com qual palavra você mais se identifica?

Bravura. Deixe-me colocar deste modo: se eu fosse mãe e pudesse escolher uma qualidade para minha criança ter, eu escolheria que ela fosse valente. Existem muitas qualidades que eu gostaria que ela possuísse, mas eu vejo que muitas – como bondade, inteligência ou beleza – são subjetivas ou passageiras. Eu torceria por bravura mais do que todas porque ser inteligente, bonita ou “boa” não é suficiente. Muitas coisas são subjetivas no mundo; por exemplo, quando crianças, nós aprendemos a diferença entre “certo” e “errado”, mas conforme crescemos, o contexto muda. Nas nossas vidas jovens, variadas e complicadas, ‘bom’ e ‘mal’ se tornam menos evidentes, menos preto e branco. Sim, todos nós aspiramos a ‘fazer a coisa certa’, mas agora que sou mais velha, eu vejo que a escolha não é sempre tão clara. E muitos de nós renunciam disso para escolher o que é mais fácil ou mais popular – isso faz com que o que é certo não seja claro, na melhor das hipóteses, e solitário e aterrador, na pior das hipóteses. Ninguém te diz de fato que o que torna o ato de fazer a coisa certa tão difícil não é fazê-lo, mas sim, fazê-lo sozinho. É necessária muita bravura, não apenas boa vontade, para fazer o que é certo e eu não acho que o conceito de bravura está ligado o suficiente ao conceito de moralidade. Dito tudo isso, eu escolho a palavra bravura porque ela incorpora não apenas fazer o que você acreditar que seja correto, mas também tendo a força moral e a resistência de poder fazê-lo quando outros não podem, ou não querem.

Tradução & Adaptação: Equipe AHBR