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Na noite de ontem, 04, Amber Heard compareceu juntamente com seu amigo Io Tillet a uma after party do #Oscars2018 sediada no restaurante “Chateau Marmont” em Los Angeles, que teve como anfitriões o casal Beyoncé e Jay Z. A festa, segundo a revista People, teve um público reservado e era uma festa ‘ultra-exclusiva’, em homenagem ao movimento #TimesUp. A atriz usou um deslumbrante vestido da grife “Cushnie Et Ochs“, que tinha como maior detalhe sua transparência e brilho!

Amber Heard teve um Valentine’s Day diferente nesse ano de 2018. A atriz comemorou a data ao lado de sua melhor amiga, Raquel Pennington, assistindo a filmes de romance regados a vinho e pipoca! A dupla postou em suas respectivas contas no instagram fotos e vídeos da noite de amigas, que ocorreu na residência das duas, que elas chamam de #HeardingtonGardens. Nos Estados Unidos, o Valentine’s Day é comemorado não só entre namorados, como também com familiares e amigos.

Amber Heard foi escalada como a protagonista do thriller romântico “Run Away With Me”, da XYZ Films e Sentinel Pictures.

Fred Grivois está dirigindo com Matthew Ian Cirulnick escrevendo o roteiro. Adam Brawer e David Beitchman da Sentinel Pictures produzirão com Nate Bolotin, Aram Tertzakian e Raphaël Rocher como produtores executivos.

A produção está programada para iniciar no final deste ano, com a XYZ responsável pelas vendas mundiais no próximo European Film Market em Berlim. A Sentinel Pictures adquiriu o filme como um arremesso original de Cirulnick, e eles o desenvolveram juntos.

A história está centrada em Tom e Kimberly (Amber), dois amantes fugindo do obscuro criminoso mundo da indústria de modelagem europeia. Tom, um americano que visita Paris para a despedida de solteiro de seu melhor amigo, se depara com a bela e misteriosa Kimberly. Quando Tom descobre uma verdade surpreendente sobre ela, sua viagem toma uma volta letal; Os dois embarcam em uma jornada fascinante pelas ruas de Paris para iniciar uma nova vida juntos.
Heard recentemente apareceu no filme “Liga da Justiça”, da DC comics como Mera, e reprisará o papel ao lado de Jason Momoa em “Aquaman”, que tem o lançamento previsto para Dezembro de 2018. Seus recentes trabalhos incluem “The Danish Girl”, que ela contracenou ao lado de Eddie Redmayne e Alicia Vikander, de Tom Hooper, “The Adderall Diaries” ao lado de James Franco e Ed Harris, e “Magic Mike XXL”.
Grivois é um colaborador de longa data de Jacques Audiard, tendo dirigido as sequencias “Um Profeta” e a sequencia de abertura de “Rust and Bone”. Seu filme de estreia como diretor foi “Through The Air”, um filme bélgico-francês.
Heard é representada pela WME e Grivois é representado pela WME, Film Talents e pela Mosaic.

Informações: Variety Today. – Tradução e adaptação: Equipe Amber Heard Brasil.

2017 foi um ano de mudanças na vida de Amber Heard. A atriz passou um tempo morando longe da famosa Los Angeles, para dedicar-se as gravações do filme “Aquaman” que ocorreram na Austrália. Mudou-se em torno de março do mesmo ano, deixando assim sua casa e seus amigos para trás, para passar 8 meses em total função da rainha Mera. Ao retornar para Los Angeles – CA, no fim das gravações, Heard decidiu adquirir uma casa nova, e com isso, ganhando uma “colega de quarto”: sua melhor amiga de longa data Raquel Pennington, que divorciou-se do ex-marido recentemente. Ambas começaram a procura pela casa em torno do final de outubro/início de novembro, e fizeram um jantar de comemoração da nova casa em 04 de Dezembro de 2017. Elas chamam o lugar de #HeardingtonGardens. É ou não friendship goals?!

Para duzentas mulheres, de origens variadas, são feitas as mesmas cinco perguntas. Suas respostas são histórias humanas, inspiradoras de sucesso e coragem, amor e dor, redenção e generosidade. 200 Women Who Will Change the Way You See the World é um livro lançado em outrobro de 2017, que trouxe relatos emocionantes de inúmeras mulheres ao redor do mundo.

Confira a participação de Amber Heard no livro traduzida:

Amber Heard nasceu em Austin, Texas, Estados Unidos. Como atriz, ela é conhecida por papeis em “A Garota Dinamaquesa”, “Segurando as Pontas”, “Zumbilândia”, “Terra Fria” e “Tudo por Ela”. Amber é uma ativista e uma advogada verbal de direitos para as mulheres e para a comunidade LBGTQI,  tem trabalhado para criar consciência nas pessoas sobre a violência domestica. Ela é uma apoiadora da ACLU (União Americana pelas Liberdades Civis), The Art of Elysium, Amnesty International e Children’s Hospital Los Angeles.

O que realmente importa para você?
Isso mudou ao longo dos anos; por um bom tempo, era sobre proteger e sobreviver. Era sobre me definir e me descobrir, e então, defender o que eu acreditava na epoca, não importa a qual custo. Conforme fui amadurecendo, e pensando, eu descobri que é: menos de como eu sou agora e mais do que eu vou deixar para trás. Ninguém vive para sempre, e pelo que sei, você não leva nada quando você parte, então, o que importa para mim é o impacto que eu vou fazer durante o meu curto tempo aqui. Eu nunca me contentei em ser uma mera passageira nessa vida, então eu quero ter certeza que estou dirigindo a um lugar bom.

O que te trás felicidade?

Meu relacionamento com, e minha compreensão disso é que a felicidade está em uma constante evolução. Eu costumava pensar que a felicidade era algo em que eu lutava a todos os momentos – agora, cada vez mais, vejo o que é uma coisa fugaz e efêmera. A felicidade é, e sempre deve ser, um objetivo, mas nunca deve ser o objetivo final. Em vez disso, o foco e a luta devem estar nas coisas em que a felicidade é construída.

Nós, seres humanos, instintivamente fazemos qualquer coisa que evite dor e, logo corremos atrás do que nos agrada. Eu costumava correr atrás da felicidade também, e quando eu a consegui, eu a agarrei e estava desesperado para não deixá-la ir. Mas, ficar presa em qualquer coisa, te impede de crescer; o crescimento é sobre agarrar, às vezes agarrando, sua maneira de ser melhor. Ninguém consegue as coisas estando parado, então, para mim, ficar estático é o sentimento mais triste possível.

Como fui crescendo, eu venho respeitando a dor e as dificuldades que sofri, como da mesma maneira, eu respeito as alegrias e felicidades que são as recompensas do que eu passei. Quando eu volto, e olho os momentos mais difíceis da minha vida, eu vejo que são eles que mais me moldam e influenciam hoje – alguém que se contenta em nunca estar contente. Defendendo a verdade, justiça e outros, e lutando para fazer esse mundo levemente melhor do que quando cheguei.

O que você considera como sendo as mais baixas profundidas da miséria?

Posso dizer que, tendo sobrevivido o que só posso esperar e imaginar, são as profundidades da minha própria capacidade pessoal de sentir dor, há alguma intrínseca à experiência; não à dor em si, mas à sobrevivência dela. Você não pode nunca vencer uma batalha se você nunca pegou uma espada ou foi cortado por alguém. E a verdade é que, se você nunca experienciou dor, perda, falha ou destruição, você nunca saberá como é sobreviver, viver e prosperar. E com certeza você não conseguirá ajudar alguém que está agonizando com alguma dessas experiências.
Existe uma linha, entretanto, onde a dor admite o seu valor. E enquanto essa linha pode talvez se encontrar em lugares diferentes para cada pessoa, está lá. Eu quero me juntar àqueles que utilizam suas vozes e experiências para ajudar outros a encontrarem e caminharem por essa linha. Infelizmente, nós falhamos com aqueles que se encontram sozinhos na linha de frente de suas próprias batalhas pessoais, aceitando cegamente o valor da dor e do sofrimento, por causa da dor e do sofrimento. Todos nós conhecemos alguém que tenha sido irreparavelmente ferido pelo destino implacável da dor incessante; o que me poupou desse destino não foi chance, riqueza, arma ou alguma vantagem tangível, na verdade, foi a graça, a bondade e a sabedoria de outros que sobreviveram e aprenderam com a própria dor. Eu sobrevivi por causa das pessoas que me apoiaram naqueles momentos em que mais me senti vulnerável, assustada e sozinha, de frente a minha própria guerra pessoal.
Eu sou grata por ter visto o valor em sofrer – e em sobreviver – não só para falar aos outros que, apesar de eu não acreditar que sofrer ‘acontece por um motivo’, há sempre alguma coisa para se aprender com o sofrimento – e para dizer a eles que as melhores partes de mim não foram apenas formadas, mas também solidificadas por sobreviver à agonia, não por ignorá-la.

O que você mudaria se pudesse?

Particularmente, eu sempre fui alérgica à injustiça, mas sugerir que tudo pudesse ser justo me parece ridículo. No entanto, sendo um ser humano consciente de uma pequena fração das injustiças neste mundo, devo dizer que eu acabaria com todas as injustiças que nos engolfam.

Com qual palavra você mais se identifica?

Bravura. Deixe-me colocar deste modo: se eu fosse mãe e pudesse escolher uma qualidade para minha criança ter, eu escolheria que ela fosse valente. Existem muitas qualidades que eu gostaria que ela possuísse, mas eu vejo que muitas – como bondade, inteligência ou beleza – são subjetivas ou passageiras. Eu torceria por bravura mais do que todas porque ser inteligente, bonita ou “boa” não é suficiente. Muitas coisas são subjetivas no mundo; por exemplo, quando crianças, nós aprendemos a diferença entre “certo” e “errado”, mas conforme crescemos, o contexto muda. Nas nossas vidas jovens, variadas e complicadas, ‘bom’ e ‘mal’ se tornam menos evidentes, menos preto e branco. Sim, todos nós aspiramos a ‘fazer a coisa certa’, mas agora que sou mais velha, eu vejo que a escolha não é sempre tão clara. E muitos de nós renunciam disso para escolher o que é mais fácil ou mais popular – isso faz com que o que é certo não seja claro, na melhor das hipóteses, e solitário e aterrador, na pior das hipóteses. Ninguém te diz de fato que o que torna o ato de fazer a coisa certa tão difícil não é fazê-lo, mas sim, fazê-lo sozinho. É necessária muita bravura, não apenas boa vontade, para fazer o que é certo e eu não acho que o conceito de bravura está ligado o suficiente ao conceito de moralidade. Dito tudo isso, eu escolho a palavra bravura porque ela incorpora não apenas fazer o que você acreditar que seja correto, mas também tendo a força moral e a resistência de poder fazê-lo quando outros não podem, ou não querem.

Tradução & Adaptação: Equipe AHBR

Aconteceu ontem (06), em Los Angeles o décimo primeiro Art Of Elysium HEAVEN Gala. Como de costume, Amber Heard marcou presença, e ao lado de sua irmã, Whitney Heard, posou para inúmeras fotos no black carpet.

Amber esbanjou beleza utilizando um brilhoso vestido da Georges Chakra, joias da Anita KO e maquiagem por Melanie Inglessis. Confiram todas as fotos e vídeos do evento:

Black Carpet:

Dentro do evento:

Mídia Social:

Vídeos:

Amber Heard passou sua virada de ano na cidade maravilhosa, Rio de Janeiro. Ao lado de Elon Musk e amigos, o grupo assistiu a queima de fogos diretamente da cobertura do hotel de Copacabana e vieram para cá especialmente para passar o ano novo aqui.

Tudo indica que a atriz chegou no Brasil por volta do dia 31 de dezembro e tenha ido embora no dia 02 de janeiro. Essa foi sua segunda passagem no país e diferente do último ano, ela parece não ter visitado nenhum dos pontos turísticos da cidade.

Amber Heard está oficialmente em solo brasileiro! Em sua segunda passagem pelo país, a atriz está hospedada em um hotel de Copacabana, Rio de Janeiro, com Elon Musk e tudo indica que ambos passaram a virada de ano por aqui.

Em seu Instagram, Amber já divulgou fotos maravilhosas suas na sacada do hotel, confiram:

Em sua última visita, ela visitou Santa Teresa e o Cristo Redentor, é provável que esse ano faça o mesmo, ou ao menos vá a praia, entretanto não sabemos até quando ela irá ficar, sendo assim aos que puderem tentar conhece-la, boa sorte!

Anos após a última vez que trabalharam juntas em ensaios fotográficos, Amber Heard e Tasya van Ree estão de volta em um novo projeto aparentemente intitulado como Amber x Tasya.

A sessão de fotos aconteceu no dia 20 de dezembro em Los Angeles e um pouco dos bastidores foi divulgado pelas duas nas redes sociais, além de também termos conseguido ver nas fotos a nova tatuagem de Heard em sua costela (a primeira das 3), confiram:

Amber e Tasya já realizaram inúmeras e maravilhosas sessões no passado, confiram algumas das fotos:

Heard é a capa de dezembro da revista GQ Austrália e nela contamos com um ensaio fotográfico incrível, juntamente com mais uma das ótimas entrevistas da Amber, confiram:

São 2h da tarde, um domingo em Gold Coast e Amber Heard está listando os vários motivos do porquê ela ama a Austrália. Penfolds Grange lidera a lista. “Eu amo vinho tinto.” diz Heard, “É o meu hobby, não ligo para o que os outros digam”

Vamos voltar 2 anos: Heard tinha acabado de ser expulsa do país por Barnaby Joyce (não pessoalmente, apesar de ele ter uma história de fanfarrão) por trazer Pistol e Boo ilegalmente pela imigração. Então, só para começar, já é uma surpresa ela estar na Austrália, ainda mais ela estar se apaixonando pelo lugar.

Ontem ela encerrou as filmagens de Aquaman, que sinalizou o fim de um trabalho de 7 meses. Elenco e equipe celebraram juntos com muitas garrafas de Grange e uma boa quantidade de Guinness também.

Profissionalmente, Liga da Justiça e Aquaman fazem de 2017 o ano mais produtivo da carreira de Amber. Desde seu divórcio e disputas legais que foram finalizadas com o ex-marido, Johnny Depp, em dezembro, houve muita atenção voltada para sua vida privada. Mas, através das adversidades, ela mostrou um tipo de força que inicia revoluções. Ela se posicionou firmemente quando outros se esquivaram.

No mês após nossa sessão fotográfica com a atriz de 31 anos, em LA, as inimagináveis acusações se concretizaram. Devido aos seus próprios problemas com Depp, não é surpresa alguma que essas manchetes estejam perturbando Heard. Mas ver mais e mais mulheres se defenderem e virem a público com os abusos que sobreviveram, assim como ela fez, é empoderador.

Com Amber, você pode ter certeza de algumas coisas. Primeiro, sempre vai haver faíscas em volta da texana – para usar suas palavras “eu nunca me esquivo da oportunidade de acender fogos de artifícios”. Segundo, seu senso de humor imoral está sempre por perto. Ela referencia The Rum Diary como “obviamente” seu filme favorito em que já trabalhou (foi quando ela conheceu e se apaixonou por Depp), e sua série de tweets a Barnaby Joice, oferecendo-lhe uma caixa de kiwis no auge do escândalo de sua cidadania, foram nada menos que ações de um gênio cômico.

Aqui está uma conversa sincera com a Mulher do Ano da GQ 2017, a senhorita Amber Heard.

Como tem sido seu tempo na Austrália?

“Tem sido maravilhoso. Eu tive má sorte visitando a Austrália no passado (risos) então é meio que uma visão do senso de humor negro do destino que eu recebesse o mais longo projeto da minha carreira profissional alocado aqui. No fim, foi uma benção porque me deu a oportunidade de realmente me apaixonar pelo lugar e refletir sobre a quantidade de sorte que eu tenho tido até agora.”

Então agora que tudo está resolvido com Barnaby Joice, você se mudará para Gold Coast?

“Babe, eu moro aqui. Esse é o filme que nunca termina e eu estou lentamente desistindo da noção de que nós algum dia o finalizaremos.”

Você estrelou em comédias, dramas, suspenses e agora você está prestes a estrelar como uma super-heroína em Liga da Justiça.

“Sim, é um território que eu ainda não havia atravessado. Então estou animada por ter a oportunidade de explorar um novo gênero e uma nova fã-base. Quando você está filmando diferentes gêneros de filme, as diferenças entre eles não são tão notáveis quanto se imagina. Por exemplo, soa estranho mas não é tão diferente filmar uma comédia e um filme de terror. Onde você sente a diferença é com os fãs. Fãs de quadrinhos são inerentemente diferentes do público mediano. Eles trazem uma forma especial de entusiasmo e energia com eles e eu tenho sorte e estou animada para não só para adentrar um novo tipo de filmagem mas para saber a reação que o filme promoverá nas pessoas. Essa é a verdadeira diversão.”

Porque filmes de super-heróis estão tão populares agora?

“Porque eles refinam o melhor e o pior da humanidade. Nossos heróis são a concentração de todos os elementos que fazem os humanos se sentirem durões. Tipo, o que faz os homens serem tão incríveis.”

“No final de um projeto, é legal ter algo nítido, real para ver?”

“Sim, mas eu não sou do tipo que gosta da apreciação atrasada. Eu gosto de sair segurando o prêmio, sair com o resultado em mãos. E é difícil ter que esperar um ano para poder assistir o resultado final do seu esforço.”

Você trabalhou com Nicole Kidman neste filme – como foi essa experiência?

“Nicole é uma das pessoas mais maravilhosas que eu já tive o prazer de conhecer. Ela só esteve aqui por um curto período de tempo, mas nesse tempo, eu pude conhecê-la muito bem. E ela é apenas a pessoa mais sensível, inteligente, real, pé no chão, sofisticadamente maravilhosa que você poderia esperar. Quero dizer, ela é uma pessoa incrível.”

E um outro ser humano incrível, Jason Momoa, ele parece ser uma absoluta lenda também.

“Absolutamente. Quero dizer, tente se divertir mais.”

Outro dia ele foi bastante criticado por um comentário que ele fez durante seu tempo em Game of Thrones. Ele veio e assumiu total responsabilidade. Por que mais homens não podem ser como ele, nesse sentido?

“Bem, eu não sei. Mas tudo o que posso esperar é que nós continuemos a forçar nossa consciência coletiva mais e mais em direção à justiça e equidade. E, coletivamente, eu acredito que essa pareça ser a tendência. Eu só posso esperar que nós continuemos a examinar publicamente nossos padrões e expectativas para como abordamos o assunto. E, especialmente, como lidamos ou aceitamos as pessoas que se posicionam criticando o status quo. Como nós lidamos com mulheres que vêm e falam “isso aconteceu comigo”. Como tratamos sobreviventes de abuso ou mulheres em geral. Só posso esperar que nós continuemos a analisar como aceitamos mulheres na cultura pop.”

Considerando tudo que está acontecendo em Hollywood com Harvey Weinstein, estar aqui na Austrália tem sido como uma pausa disso tudo?

“Sim. Uma pausa, de fato, eu tenho aproveitado a exaustão de trabalhar nada menos que 16h por dia. Com a cabeça baixa, cê sabe, no meu traje spandex salvando o mundo como uma heroína o faz. Tudo o que posso dizer é que estou grata pelo trabalho e por estar longe e separada do drama que está acontecendo em Hollywood. Estou longe de casa, mas em um lugar onde me sinto em casa, como um segundo lar. E estou passando muito tempo conhecendo a equipe. Acho que estou me apaixonando pelo ponto de vista da Austrália. Têm sido incríveis 7 meses. Conheci pessoas tão maravilhosas e estar aqui tem sido um presente de sorte.”

Mas deve ser devastador ver todas as histórias que estão vindo a tona e sendo reveladas, no momento. Como isso tudo tem se mantido em segredo por tanto tempo?

“Você coça a cabeça imaginando porque as mulheres passam por esse tipo de sofrimento, na maioria das vezes em segredo. Quero dizer, apenas olhe para como nós tratamos essas mulheres quando elas vêm a público? Nós temos uma longa história de desmantelar e desacreditar mulheres com facilidade em um palco público. Então, você pode entender porque pode ser tão intimidador dizer qualquer coisa, quer você seja homem ou mulher. É um clube também, um mundo pequeno. E, eu imagino que sendo tão pequeno, cria uma certa postura.”

Por que você acha que, nessa ocasião, as pessoas se pronunciaram?

“Eu não sei. Eu não faço ideia.”

Você acha que precisou algo como o Trump ser presidente para as pessoas se posicionarem contra a misoginia?

“Bem, eu acho que em um movimento, qualquer que seja, é necessário haver uma imprudência maior de mesmo peso para que realmente consiga aguentar.”

Considerando tudo pelo que você já passou, é difícil apreciar o fato de que você é um modelo para jovens garotos e garotas?

“Eu me sinto incrivelmente sortuda por estar em uma posição em que eu possa servir como um tipo de ajuda. Às vezes é um fardo considerar que sua vida não é mais apenas sua e não é privada. Pode ser difícil saber que você não pode funcionar ao todo – que a anonimidade não é mais um objetivo válido e suas ações e palavras, quer sejam ditas em um tapete vermelho ou nos mais íntimos cantos da sua vida pessoal, não são mais apenas suas. Essa é uma descoberta difícil de se ter. É algo sério mas você cresce e segue em frente, e colocado na balança eu considero toda a incrível sorte que eu tenho por estar nessa posição. É difícil ficar mal com isso por muito tempo.

É inconfortável as pessoas te chamarem de corajosa ou de inspiração, essencialmente por você se posicionar sobre o que você acredita?

“Você já conheceu alguma mulher na vida? É claro que eu não me importo. Eu amo isso! Eu sempre tento fazer minhas coisas honestamente e fazer o que é certo. Tudo pelo que eu me empenho na vida é nunca sofrer a tentação de tentar ser popular, querida, aceita. Isso nunca está perto do meu desejo de viver uma vida honestamente, com dignidade e orgulho. E eu não seria capaz de fazer isso se eu não estivesse vivendo honestamente, então eu nunca tive a tentação de viver de qualquer outra forma. Apesar do quão impopular meu posicionamento possa ter sido ou alguma postura que eu tenha tomado, eu o fiz com conhecimento disso. Não importa o quão impopular ou insustentável minhas decisões tenham sido, nunca foi tentador o suficiente viver de forma desonesta.”

Você já trabalhou com Charlize Theron e Nicole Kidman, assim como novos talentos, como Cara Delevigne. Como é trabalhar com essas mulheres maravilhosas?

“Eu me sinto muito sortuda de poder me inspirar por tantas mulheres. No meu trabalho, isso muda bastante, para o melhor. Eu tenho tanta sorte de estar viva agora, e poder dizer, honestamente, que eu posso olhar a minha volta e minhas colegas estão fazendo coisas inspiráveis e mulheres no meu meio – como Angelina, Charlize, Nicole, ou mais novas, como a Cara – não estão satisfeitas apenas indo para casa ao fim do dia ricas e famosas. Elas estão fazendo coisas coisas com suas vidas para mudar o mundo para suas filhas e deixar-lo um pouco melhor do que era quando elas tinham essa idade.”

O que feminismo significa para você?

“Feminismo é como religião – é um daqueles conceitos traiçoeiros que podem ser apenas o que você quer que seja. Você tira dele o que você quer. Ou o que você adiciona. Dependendo do contexto, da conotação, o feminismo pode mudar drasticamente. Eu amo ser mulher. Eu sou 100% mulher porque me identifico dessa forma. Eu sou uma mulher, então quero ser única. Equidade é a melhor forma de olhar para o assunto.”

É justo dizer que existe uma falta de bons modelos homens, em nossa atualidade?

“Não, eu não diria isso. Eu acho que o protótipo da humanidade ou masculinidade num sentido tradicional está sendo desafiado. Está sendo lentamente corroído, e nessa corrosão está delimitando e separando alguns elementos que caracterizam a masculinidade em um canto isolado. No isolamento eles se auto-ajustam. Nós vemos traços marginais da “masculinidade típica” projetadas em alguns atores. E no palco público, eles incorporam características super específicas da masculinidade sem uma representação completa do homem, não apenas na ficção, nos filmes, na arte, na televisão mas também nas figuras públicas.”

Quem são seus modelos de inspiração masculinos?

“Eu acho que ainda estou cultivando uma queda pelo Obama. Estou tentando me livrar disso, mas estou tentando ficar aberta a outras possibilidades.”

Um homem que definitivamente está quebrando essa barreira em termos de ser uma inspiração é Elon Musk. Por que mais homens não podem ter esse tipo “eu consigo” de atitude, como ele?

“Eu não sei, apontaria para o deficit de personalidade a quem jovens garotos possam se inspirar.”

Entendo. Mas com tudo que tem acontecido em Hollywood, você está torcendo para que isso seja o início do fim para o que tem ocorrido?

“Vou me posicionar dessa forma, eu estou nas linhas de frente, e planejo continuar nessa posição na luta para fazer com que as coisas mudem. Não tenho nenhuma expectativa de deixar minha espada de lado tão cedo.”

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Bastidores:

 

Tradução & Adaptação: Equipe AHBR